Na América Latina, loteamentos clandestinos não são exclusividade do Brasil: inúmeros países enfrentam dificuldades para combater quadrilhas de clandestinos.
Na região amazônica do Peru, os arredores da cidade de Puerto Maldonado, junto ao Rio Madre de Diós (foto) há núcleos residenciais surgidos a partir de loteadores clandestinos e de garimpeiros ilegais.

As autoridades peruanas tentam acabar com esse problema, com apoio das prefeituras, mas a prolongada crise política e econômica do País limita as ações contra os predadores.
No trajeto da Rodovia Transoceânica, de Cuzco à fronteira com o Brasil, construída pela Odebrecht, há mais de dez anos, há uma pequena cidade originada por um loteamento clandestino habitado por garimpeiros aventureiros e por traficantes de drogas, que atraem prostitutas e vendedores de bebidas alcoólicas. O poder público nada faz: nem consegue entrar lá. A imprensa do Peru já denunciou essas quadrilhas, que, no entanto, continuam em crescente atividade.
Sim. Ao contrário do Brasil, o Peru não possui uma campanha similar ao Lote Legal, que a AELO lançou em 2021, conquistando grande número de parceiros e de adesões.





