Palmas, uma das cidades planejadas mais novas do Brasil, capital do Estado do Tocantins, percebe que seu projeto de qualidade de vida, entre largas avenidas está sendo ameaçado por antigos e novos males. Os loteamentos clandestinos, por exemplo.
Os loteamentos clandestinos, alvos da campanha Lote Legal, conduzida pela AELO com apoio de expressivos parceiros, estão em todas as regiões do País, enriquecendo quadrilhas, ludibriando compradores de lotes e deixando a conta para as prefeituras. A prefeita de Palmas, Cíntia Ribeiro (PSDB), que tomou posse em abril de 2018 e foi reeleita em 2020, percebeu isso e não se limita a fazer discursos: iniciou uma campanha de esclarecimento, veiculada na mídia do Tocantins e no site municipal. E tratou de redobrar a fiscalização no entorno da capital.
Em seus comunicados, a prefeita vem insistindo: “Diante do crescente parcelamento irregular do solo, a Prefeitura de Palmas recomenda que o cidadão, antes de fazer a compra de um imóvel, solicite a documentação da área e consulte a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Serviços Regionais ou o Cartório de Registro de Imóveis para verificar se o lote/casa/chácara à venda está regularizado. Os que já compraram imóveis irregulares devem procurar, imediatamente, a Polícia”.
Na foto, em primeiro plano, o centro da cidade de Palmas, de onde sai a Ponte Fernando Henrique Cardoso, que cruza o Rio Tocantins, levando a rodovias de conexão com várias regiões do Estado.