A AELO se mostra honrada por fazer parte da linha de frente de um movimento de âmbito nacional que cresce a cada dia e que já une as mais diversas instituições, atingindo expressivos resultados: o combate aos loteamentos clandestinos. Lançada pela AELO em 2021, a campanha Lote Legal chega ao seu terceiro ano com a certeza de que, a cada mês, a luta contra a clandestinidade no País continuará ganhando novas adesões. Hoje em dia, inúmeras prefeituras estão se integrando ao movimento. Elas agem contra a ilegalidade e também difundem orientação a quem busca lugar para a casa própria.
Em geral, essas advertências são semelhantes aos itens da Cartilha do Comprador do Lote inserida na campanha consolidada pela AELO em parceria com importantes instituições. Campanha e Cartilha estão no site www.lotelegal.com.br.
O fato de a AELO contar com associados em 19 Estados brasileiros é um reforço à difusão da campanha por todo o País, uma vez que esses associados têm interesse em motivar as prefeituras de seus respectivos municípios a respeitar os empreendimentos imobiliários legalizados e agir contra os loteamentos clandestinos. O presidente da AELO, Caio Portugal, tem argumentado, em eventos e em entrevistas, que “cada prefeito tem de saber o que é melhor para a sua cidade, entre lotes legalizados e lotes clandestinos, e não ser omisso diante a criminalidade, cuja conta final acaba ficando com o município”.
O quadro de associados da AELO, que já passa de mil empresas filiadas, continua aumentando. Nos primeiros três meses de 2023, houve 47 adesões. Os integrantes dessas empresas sabem que devem entrar na luta para convencer suas prefeituras a assimilar os princípios do Lote Legal.
Os leitores habituais do site do Lote Legal têm sido informados sobre dezenas de loteamentos clandestinos detectados e combatidos em cidades de todos os portes, de norte a sul no Brasil. E a tecnologia nos ajuda a descobrir essas ações em defesa dos cidadãos do poder público: qualquer pessoa pode acessar um site de busca, o Google, digitar “loteamentos clandestinos”, e logo verificar, na tela, as notícias mais recentes sobre o tema. Geralmente, são informações difundidas pela grande mídia e por pequenos jornais e sites regionais. Já relatamos histórias dos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Bahia e Paraíba, por exemplo.





